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Não se calem!

Várias vezes conversando com alguns amigos e conhecidos sobre os problemas de nossa cidade, vi em seus olhos e em suas palavras indignação e tristeza com a atual política da cidade das rosas, e isso não é novidade pra ninguém. No entanto, resolvi perguntar o que os deixavam mais irritados em nossa política, e dentre as diversas resposta obtidas uma me chamou atenção: “o nosso silêncio”.


Aquelas palavras fizeram-me refletir mais tarde e repensar em todas as minhas atitudes até então feitas. Foi desse dia em diante que resolvi começar a freqüentar as sessões da câmara, audiências públicas, e todas as reuniões públicas que envolvessem a nossa cidade, e desde então mudei minha opinião a respeito de alguns homens públicos, e de posições políticas por eles tomadas, porém uma coisa não mudou, a minha maneira de ver num futuro justo, honesto e igual, a felicidade plena para todos.


Decepcionei-me com políticos, mas não com a política.




Abraham Lincon tinha razão quando disse:
"Pecar pelo silêncio, quando se deveria protestar, transforma homens em covardes."


Eduardo Galeano foi extremamente correto ao pontuar:
"Temos, há muito tempo, guardado dentro de nós um silêncio bastante parecido com estupidez."


Mais ainda estava repleto de razão e de preocupação Martin Luther King quando disse:"O QUE ME PREOCUPA NÃO É O GRITO DOS MAUS. É SIM O SILÊNCIO DOS BONS"


Se todos eles pudessem dizer uma única frase juntos, certamente seria: “Não se calem!”


Faça valer o seu voto, e seu verdadeiro papel social, afinal será que é realmente cidadão aquele que é correto, mas omisso?


Sempre que puder participe de Audiências Públicas e Sessões Ordinárias, pois é o seu futuro que será debatido por quem nem te conhece.


Afinal "O problema não é o problema - o problema é a atitude com relação ao problema."
(Kelly Young)



Só para lembrar, acontecerá hoje ás 19hs na Câmara Municipal de Jaboticabal a 15ª Sessão Ordinária do ano de 2009, a primeira após a derrota da prefeitura com relação a mudança no Plano diretor ou seja, após a vitoriosa atuação popular para impedir a MORTE da Lagoa do Petta.
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O caso ENEM

Há alguns meses atrás participei de vários Grupos de discussões, assembléias estudantis, e conselhos universitários na UFSCar( Universidade Federal de São Carlos). O tema discutido: Novo ENEM.

Já abordei este assunto aqui neste espaço com o texto: "Novo ENEM, Velhos problemas", mas não poderia de deixar de voltar a falar disso depois do que presenciamos ontem, o vazamento de informações da prova do Novo ENEM, ou melhor, o vazamento da prova do Novo ENEM. Segue, portanto, um texto muito interessante e bem esclarecedor do jornalista Luis Nassif a respeito do assunto, com algumas análises e opiniões a respeito do ocorrido.

Obrigado.

Ariel Gricio
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As investigações sobre o caso ENEM

Vamos a algumas considerações sobre o caso do furto das provas do ENEM, a partir do que saiu hoje nos jornais.
Primeiro, as conclusões. Depois, o raciocínio por trás delas:
  • A probabilidade maior foi a de uma operação política. O pedido de dinheiro foi despiste.
  • Quem atuou foi uma quadrilha organizada, que procurou dois veículos não estigmatizados por dossiês – Estadão e Record – para passar o furo.
  • Dois trombadinhas-laranja foram escalados para oferecer o material para a Folha no mesmo momento. Mas foi uma óbvia manobra de despiste.
  • Os bandidos deixaram claro que o sigilo de fonte era a maior garantia de impunidade para essas jogadas, reafirmando aquilo que detalhei à exaustão em “O Caso de Veja”: todo esquema de quadrilha especializada em dossiês tem, na ponta, a contraparte jornalística.
  • Foi uma operação paulistana, não brasiliense, embora não se descarte a possibilidade dos bandidos terem vindo de Brasília.
Vamos ao detalhamento, a partir das matérias publicadas (clique aqui).

1. Há duas maneiras de se fazer dinheiro com o ENEM. O usual – conhecido por esquemas que fraudam provas de vestibulares – é vender para cursinhos ou pais de aluno. É mais rentável mas supõe um esquema prévio armado. O outro modo é explorar politicamente o episódio. E, aí, há duas hipóteses a serem investigadas. Ou o esquema pretendia dinheiro oferecendo o dossiê a jornais (com o intuito de criar escândalos políticos) ou atuava a serviço de alguma organização política.

2. Na explicação dos bandidos aos repórteres do Estadão, fica claro que a melhor maneira de gerar escândalos criminosos é em parceria com veículos propagadores de dossiês (não é o caso do Estadão). Eles dizem claramente que o sigilo de fonte garante a impunidade, razão para não terem procurado o PSDB. Pode ser uma tentativa algo canhestra de explicar porque procuraram o jornal; pode ser uma tentativa de despiste.

3. Três veículos foram procurados: Estadão, Record e, pelo que se sabe hoje pela leitura dos jornais, a própria Folha. Os que procuraram o Estado e a Record (não se sabe se são os mesmos) tinham claro conhecimento de fontes especializadas, sabiam das implicações políticas do caso e “adoçaram” a boca dos jornalistas acentuando que o caso poderia derrubar Ministros ou procurando legitimar o vazamento com toques moralistas. Os que procuraram a Folha precisaram se valer de um dono de pizzaria para conseguir o telefone do jornal.

4. O objetivo final era obviamente o Estadão ou a Record, mas por qual razão? Uma possibilidade seria o fato de ambos não terem se queimado com armações e dossiês falsos. Outra possibilidade é que as duas portas óbvias – Folha e Veja -  estavam impedidas de serem acionadas. A Folha devido ao fato de controlar a Gráfica Plural (que recebeu a gigantesca encomenda do MEC de imprimir as provas); a Veja pelo fato da Abril ser grande fornecedora do Ministério da Educação.

5. Qual a intenção de colocar dois trombadinhas para procurar a Folha, então? Uma possibilidade (não a única) é de despiste, soltar penas ao vento para dificultar o trabalho da Polícia Federal, ou colocá-la no encalço de trombadinhas-laranja desviando o foco dos verdadeiros autores.

6. Foi uma manobra paulistana, não se tenha dúvida. No caso da Record e do Estadão, havia uma posição dos bandidos em, sempre, colocar Brasília como fonte do vazamento. Eram os filhos de deputados, ora o delegado da Polícia Federal, ora o funcionário do INEP. Ora, há todo um mercado de dossiês já estruturado em Brasília, em torno de sucursais ou dos próprios jornais locais. Uma possibilidade é que tenham atuado em São Paulo para fugir dos esquemas marcados em Brasília. Mas, sendo assim, a troco de quê a insistência em jogar os holofotes sobre supostas fontes brasilienses? Típica manobra de despiste: a operação foi paulistana, reforçada pelo fato de que o material que os repórteres do Estadão viram já eram provas impressas, e o INEP tinha apenas o print das questões em seus cofres.


Autor: Luis Nassif
Fonte: http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/02/as-investigacoes-sobre-o-caso-enem/

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Eles preferem cheiro das obras a cheiro de povo



Em minha visita diária ao portal DebateOnline, me assustei logo que vi o título da última matéria publicada pelo Zé Mario: “Projeto para ampliação do Paço Municipal recebe quatro propostas”. Pensei: “Caramba, será que é em Jaboticabal? Não, aqui a prefeitura está no vermelho”. Triste engano do meu pensamento lógico. Quem foi que disse que estar no vermelho significa economizar em coisas fúteis e desnecessárias? Não, as coisas aqui não são assim, não quando o dinheiro não é deles, mas sim nosso, pelo menos é o que estamos percebendo diante deste fato.


Como se já não bastasse essa “bela” notícia, alguns minutos depois entro novamente e o que vejo? “Alegando falta de orçamento, prefeitura nega remédio de R$37 e paciente entra na Justiça”, uma nova matéria também do Zé Mario. Logo pensei: “Essa com certeza é em Jaboticabal”


Calma ai, falta orçamento pra tratar de uma paciente que precisa de um medicamento de R$ 37 para dar continuidade ao tratamento de lúpus e nefrite lúbica — doença que atinge vários órgãos, entre eles, os rins, mas temos 3 milhões de reais para investir na ampliação do Paço Municipal.


Como pode um ser humano dar mais valor a uma obra do que a uma vida? Quem irá se beneficiar com a ampliação do Paço Municipal? Quantas vezes você foi até o Paço Municipal, e percebeu que aquele espaço era insuficiente para as tarefas lá realizadas? Será que eles acreditam que aumentando o Paço, também aumentará a qualidade de vida dos munícipes de Jaboticabal? Quantas vidas poderiam receber melhorias na saúde, ou até quantas delas poderiam ser salvas com 3 milhões?


Chegamos ao ponto, em que podemos começar a comparar alguns fatos de nossa política municipal com o que há de mais sujo em nossa política nacional. A três meses da posse, João Figueiredo (último presidente da república no regime militar) confessou numa entrevista que preferia cheiro de cavalo a cheiro de povo. Aqui parece que estamos vivendo algo parecido, mas no lugar dos cavalos temos as obras.




Estão nos sugerindo desistir de pensar, querem atrofiar nossa imaginação política, e pior, nos colocam abaixo dos nossos instintos, e querem ainda que assim como eles, desistimos do nosso sentimento humano. Fingem não perceberem que temos família, trabalho, e direitos, mas jamais se esquecem dos impostos e mais impostos, e deveres que temos. Quando precisamos de um remédio somos somente mais um “coitado chato”, mas na hora das urnas e dos impostos, de repente todos somos cidadãos, do jovem de 16 anos sem lazer e sem acesso a cultura e ao esporte, ao senhor da melhor idade que depois de uma cansativa jornada de trabalho na rua procurando material reciclado, encara a imensa burocracia para conseguir isenção de IPTU de sua humilde residência pela sua falta de condição financeira.


Eis aqui o mundo onde somos todos iguais, todos eleitores. Eis o tempo onde todos querem nos ouvir e querem prometer, as eleições. Eis a cidade onde quem brilha é o povo, mesmo diante de todas as suas dificuldades, e pior, das irregularidades vistas e não compreendidas.


Parabéns pela munícipe Gersilei que entra na justiça para resolver esta ofensa a sua vida, e diz: “Quando recebi a resposta de que não seria fornecido o medicamento não me conformei. Tenho uma doença adquirida pelo meu sistema imunológico. Não fui atrás dessa doença, eu não procurei pela doença. Existem tantos casos em que as pessoas procuraram pela doença, não se cuidam e têm direito a todos os remédios possíveis. E eu? Por que não tenho?”


Por fim, pergunto lhes novamente: “A cidade em que vivemos, é a cidade que queremos?”






Fotos: ZéMario
VISITE TAMBÉM : www.debateonline.com.br
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Quanta gentileza Doutor...

Várias vezes, pessoas vieram-me dizer que estou sempre batendo na mesma tecla, e que não adianta que não vou mudar o mundo. Elas têm razão. Mudar o mundo não, mais ajudar na mudança sim.


Vejam que interessante, vários vereadores (eu disse VÁRIOS) já vieram com uma certa conversa (em particular claro), dizendo que eu deveria parar de escrever sobre câmara, e vereadores, mas sim da prefeitura. Ei, calma ai. Querem me dizer sobre o que devo ou não escrever? Não não assim não dá!


Não faço parte do PIO (Partido da Imprensa Oportunista), faço parte dos cidadão de bem que querem mudança e as cobram. Faço parte daqueles munícipes que se mobilizam por seus ideais, daqueles que lutam por casa, mas também pela preservação ambiental. Sou daqueles que vêm algo de errado no serviço público e faz questão de espalhar pro maior número de pessoas possíveis. Sou daqueles que escreve o que pensa, que aceita sugestões, mas não imposições.


Mas já era de se esperar, imaginem, eles devem estar acostumados a pedirem esse tipo de “favor” pra alguns senhores portadores da verdade sobre nossa cidade, e é claro que eles devem responder com aquele velho ditado “pagando bem que mal tem?”


Pois é, mas aqui não é assim. Aqui falamos do que vemos, do que sabemos, do que nos preocupa, do que é realmente vergonhoso e nojento da parte de quem faz, mas justo da parte de quem denuncia e questiona.


Embora saibamos das inúmeras irregularidades que ocorrem também no executivo, lá ainda existe uma blindagem onde raramente é derrubada pelos nossos vereadores, que dirá por nós munícipes. Porém isso não nos faz desistir, mas nos faz cobrar daqueles que devem e podem correr atrás dessas irregularidades, nossos representantes.


Mas vejam só que interessante, porque será que eles se incomodam com alguns textos, algumas questões, e com algumas denúncias? Será que é porque estamos sendo injustos com o trabalho deles, ou será que é pelo fato deles estarem mais preocupado com as próximas eleições do que com a sua atual gestão?


Muitos lá dentro esquecem que apenas “estão vereadores” e não “são vereadores”. Bem, indiferente da resposta deles, não sei se eles estão realmente preocupados com os questionamentos e com as denúncias que nós munícipes levantamos quase que diariamente.


Eu por exemplo, por diversas vezes fui ironizado em sessões ordinárias, e até mesmo na vida cotidiana por aqueles que deveriam entender e aceitar sugestões e críticas. Recentemente mais uma vez fui vítima da ironia, frieza e descaso de nossos “homens do povo”. Um dos médicos de maior prestígio em nossa cidade, que já foi candidato a vice prefeito com o Jan Nicolau, e hoje é vereador em nossa cidade, fez questão de me servir água engarrafada durante a leitura que fiz de um parecer da AREA na audiência publica para a alteração do plano diretor.


A mesma água que me refiro no artigo publicado no DebateOnline , Jornal fonte, e também em meu blog com o título “Câmara de Jaboticabal gasta mais de R$ 44 mil só para vereadores beberem água”.




Muita gentileza da parte deste Doutor não?



Foto: ZéMArio
Descrição: (Dr. Aloísio Tita Rosa servindo gentilmente Ariel Gricio-Blog da moska)
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Enquetes/ Sen. Kátia Abreu

Boa Tarde a todos!


Hoje venho informar o resultado da nossa primeira enquete “Qual o vereador mais compromissado com a população?”, e também o lançamento da nossa próxima, que será “Qual o nome mais adequado para nossa querida cidade?”.





 (Clique na imagem)


A primeira enquete permaneceu no ar por 40 dias, já essa segunda terá a duração de apenas 2 semanas, para podermos trocá-la com mais freqüência. Logo abaixo existe um texto explicando o porque da nova enquete.




Porque “renomear” a nossa cidade?

Jaboticabal vive uma fase difícil e isso não é novidade pra ninguém. Os poderes se confundem, as mídias se vendem, e nós não fazemos nada. Seria hora então de criarmos um novo nome para nossa cidade, na esperança de que todos acordem e vejam o rumo que ela está tomando.


Esquecemos do quanto melhor essa nossa querida cidade ainda pode ser, querida por nós mas nem tanto por eles. Eles quem?

Muitos. Principalmente aqueles que se autonomeiam “Filhos Ilustres”.Aqueles que dizem que sempre lutaram pela nossa cidade, mas que nós nunca vimos. Aqueles que só vêem esperanças num futuro melhor três meses antes das eleições. Também aqueles que têm o papel fundamental de informar e noticiar, mas não de manipular nem de se vender.

Eis aqui um novo momento, aquele próximo do fim , mas também de um recomeço. Recomeço esse que virá não das cinzas de nossos “ex-políticos”, mas sim da consciência de cada um de nós.


Será que se nossos representantes realmente fiscalizassem as ações do nosso prefeito, nesse momento haveriam asfaltos cedendo em toda a cidade criando buracos em diversas ruas? Será que haveria um gasto de mais de 500mil com Shows e tudo ficaria como está, em silêncio?


Se essas pessoas realmente gostassem de nossa cidade, elas não permitiriam o nepotismo discreto que aqui existe. Se nossos vereadores realmente nos representassem, nós não iríamos ficar aqui insistindo em transparência, ética e moral.


Porém em todo caso, ainda existe a imprensa. Impressa essa que deveria ser a nossa salvação, mas que em verdade tem feito de seu papel um leilão. Assim como na esfera nacional, ela se vende aqui também, e por pouco. Não sei se chegariam a criar aqui um comitê do PIG (Partido da Imprensa Golpista), mas tenho certeza que poderiam criar um do PIO (Partido da Imprensa Oportunista) com raras exceções. Comparem os periódicos de nossa cidade de 2 anos atrás com os atuais. Depois, compare com o dos próximos anos. Alguma diferença?


Isso se chama irresponsabilidade social, e não amor a cidade em informar o correto, o real, a verdade. Mas sim o vantajoso (para eles claro!).


Será que a imprensa ama tanto assim nossa cidade?


Enfim, e nós?


Será que tudo isso estaria acontecendo se nós realmente amassemos nossa cidade?

Porque a prefeitura desistiu na alteração do plano diretor? Porque eles perceberam a importância da lagoa do Peta? Não!


Eles só recuaram pela manifestação de algumas pessoas, que só ao encherem a casa de leis de nossa cidade, já colocaram pressão suficiente para eles desistirem do lamentável destino que iria ter um mais um pedacinho da nossa linda natureza que ainda luta para sobreviver aqui.


E você já conhece a câmara de nossa cidade? Sabe quando ocorrem as sessões que decidem o futuro da sua cidade? Sabe se quem você votou, está realmente te representando? Aliás, você ainda lembra o nome dele?


E nós, será que realmente amamos Jaboticabal?

(Ariel Gricio)








Segue logo abaixo alguns textos sobre os devedores da União e o grupo da Senadora Kátia Abreu que realmente merecem sua atenção. Impossível não se indignar.



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Kátia Abreu e o jogo político dos que devem bilhões de reais para o governo federal
Maus pagadores dos bancos públicos querem retaliar movimento social


 A senadora Kátia Abreu (DEM-TO) e o líder do DEM na Câmara, Ronaldo Caiado
(GO), ambos representantes da bancada ruralista, protocolaram no Senado
pedido de CPI mista (CPMI) para investigar denúncias de repasses de
recursos públicos e do Exterior ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem
Terra (MST).
(Senadora Kátia Abreu -DEM com o Governador José Serra -PSDB)


Muito bem. Sugerimos, agora, que a bancada não-ruralista, que (penso eu) é
majoritária no Congresso protocole um pedido de CPI com o seguinte objeto
de investigação: examinar todos os passivos bancários, créditos em
liquidação e empréstimos incobráveis dos proprietários de terras com áreas
superiores a um mil hectares nos bancos da União federal.

Há suspeitas empíricas e evidências factuais que apontam para um
patrimônio fabuloso apropriado por tais proprietários rurais, e que de
alguma forma não querem ou não podem saldar as dívidas contratadas. Não se
trata de denúncia vazia da revista Veja ou do Estadão, mas de fatos
conhecidos pelos brasileiros, sabedores da histórica índole velhaca destes
tomadores de recursos públicos sem o devido ressarcimento
contratual.

Fac-símile: declaração de bens da senadora Abreu, do ano de 2006,
onde ela declara um "terreno rural" de 1.268 hectares por 10 mil reais, e
outro "terreno rural" de 1.205 hectares por 27 mil reais. Cara-de-pau.

A rigor, a senadora é proprietária de 4.500 hectares de terras,
povoada com 3.500 cabeças de gado de corte, esparramados pelos seus
eufemísticos "terrenos rurais".

Fonte: Blog Diário Gauche

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Nota do Chicão:

A história desta senadora Kátia Abreu é significativa para você
entender como os MUITO RICOS USAM O DINHEIRO PÚBLICO PARA FICAREM MAIS RICOS.

A agência Repórter Brasil fez uma reportagem sobre a origem de um destes "terrenos rurais" de senadora Kátia Abreu.

O título é: Tocantins: políticos se esbaldam com terra quase de graça [Clique aqui para ler]

Esta matéria está no Blog do Sakamoto. Uma das principais
beneficiadas deste absurdo é a senadora Kátia Abreu (DEM-TO).

A senadora é ardorosa defensora do que há de pior no Brasil. Por isto é
poupada e até elevada ao nível dos defensores da moral e da ética.

O texto do Sakamoto é uma forma de você aprender o que é feito com o
dinheiro público com o objetivo de LEVÁ-LO PARA O BOLSO DOS QUE SÃO MUITO
RICOS.
São os mesmos que combatem o Bolsa Família. Combatem porque o gasto do
Bolsa Família significa menos dinheiro para o "Bolsa Família Milionária".

O dinheiro é um só, ou vai para o bolso dos muito ricos ou vai para o
bolso dos mais humildes.

Fonte: Blog do Chicão
http://chicaodoispassos.blogspot.com



Terceira CPI contra o MST em 5 anos


O MST é um fenômeno. Nunca um movimento social foi tão
investigado.

Invasão de terras, invasão de prédios públicos.


O MST faz isto para que haja reforma agrária no Brasil.

Reforma agrária é a forma de ajudar milhões de pessoas a terem seus
próprios negócios. Produzir, trabalhar e viver com dignidade.

O dinheiro do governo é um só. Se é destinado para um investimento, deixa
de ir para outro lugar.

A disputa é: no bolso de quem vai parar o dinheiro público?

Se é comprado remédio para o SUS o operário não precisa comprá-lo na
farmácia. Ele pode, por exemplo, ir passear com a família.

Se o dinheiro é usado em benefícios fiscais e anistias econômicas
para grandes devedores agrícolas, falta dinheiro para investir em outras
áreas.

É simples.

Quando o MST obriga o governo a gastar um pouco em reforma agrária está
tirando dinheiro que vai para o bolso de alguns setores.

Normalmente os ruralistas NÃO GOSTAM DE PAGAR suas dívidas com o povo
brasileiro.

O custo destas dívidas para todos nós é de mais de 20 BILHÕES DE
REAIS.

Um volume muito maior do que é destinado para a reforma agrária.

A luta contra o MST é a luta, portanto, para que o dinheiro público seja
prioritariamente gasto com o que interessa aos muito ricos.

Para a classe média, a luta do MST é de suma importância. Gera novos
negócios, mais empregos, aumenta a classe média e diminui a migração do
campo para a cidade. O MST ajuda a classe média 


(http://chicaodoispassos.blogspot.com/2009/04/mst-e-acao-direta-como-o-mst-ajuda.html)


Nota do MST sobre CPI protocolada no Congresso Nacional

A força das nossas mobilizações e o avanço das conquistas dos trabalhadores Sem Terra causaram uma forte reação do latifúndio, do agronegócio, da mídia burguesa e dos setores mais conservadores da sociedade brasileira contra os movimentos sociais do campo, em especial o MST, principalmente por causa do anúncio da atualização dos índices de produtividade da terra pelo governo Lula.

Denunciamos que a CPI contra o MST é uma represália às nossas lutas e à bandeira da revisão dos índices de produtividade. Para isso, foi criado um instrumento político e ideológico para os setores mais conservadores do país contra o nosso movimento. Essa é a terceira CPI instalada no Congresso Nacional contra o MST nos últimos cinco anos. Além disso, alertamos que será utilizada para atingir os setores mais comprometidos com os interesses populares no governo federal.

A senadora Kátia Abreu (DEM-TO), os deputados federais Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Onyx Lorenzoni (DEM-RS), líderes da bancada ruralista no Congresso Nacional, não admitem que seja cumprida a Constituição Federal de 1988 e a Lei Agrária, de fevereiro de 1993, assinada pelo presidente Itamar Franco, que determina que "os parâmetros, índices e indicadores que informam o conceito de produtividade serão ajustados, periodicamente, de modo a levar em conta o progresso científico e tecnológico da agricultura e o desenvolvimento regional".

Os parâmetros vigentes para as desapropriações de áreas rurais têm como base dados do censo agrário de 1975. Em 30 anos, a agricultura passou por mudanças tecnológicas e químicas que aumentaram a produtividade média por hectare. Por que o agronegócio tem tanto medo da mudança nos índices?

A atualização dos índices de produtividade da terra significa nada mais do que cumprir a Constituição Federal, que protege justamente aqueles que de fato são produtores rurais. Os proprietários rurais que produzem acima da média por região e respeitam a legislação trabalhista e ambiental não poderão ser desapropriados, assim como os pequenos e médios proprietários que possuem menos de 500 hectares, como determina a Constituição.

A revisão terá um peso pequeno para a Reforma Agrária. A Constituição determina que, além da produtividade, sejam desapropriadas também áreas que não cumprem a legislação trabalhista e ambiental, o que vem sendo descumprido pelo Estado brasileiro. Mesmo assim, o latifúndio e o agronegócio não admitem essa mudança.

Os setores mais conservadores da sociedade não admitem a existência de um movimento popular com legitimidade na sociedade, que organiza trabalhadores rurais para a luta pela Reforma Agrária e contra a pobreza no campo. Em 25 anos, tentaram destruir o nosso movimento por meio da violência de grupos armados contratados por latifundiários, da perseguição dos órgãos repressores do Estado e de setores do Poder Judiciário, da criminalização pela mídia burguesa e até mesmo com CPIs.

Apesar disso, resistimos e vamos continuar a organizar os trabalhadores pobres do campo para a luta pela Reforma Agrária, um novo modelo agrícola, direitos sociais e transformações estruturais no país que criem condições para o desenvolvimento nacional com justiça social.

Secretaria Nacional do MST 
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"Nosso Mundo. Sua ação" - Cruz vermelha e Crescente vermelho

O Blog da Moska está colaborando na divulgação da campanha “Nosso mundo. Sua Ação” da Cruz vermelha e do Crescente vermelho. Durante duas semanas, vocês encontraram na coluna direita um “banner” de divulgação.

Para saber mais, leia os textos abaixo, e assistam ao interessantíssimo vídeo de divulgação, e se possivel visitem a página da campanha [Clicando aqui].


Campanha “Nosso mundo. Sua ação”

A campanha 'Nosso mundo. Sua ação.' é um pedido de atenção. Nosso mundo enfrenta desafios sem precedentes, que vão desde conflitos e deslocamentos em massa a mudanças climáticas, migrações e crise financeira mundial. Temos uma responsabilidade coletiva de fazer de nosso mundo um lugar melhor. Depende de cada um de nós, como indivíduos, agir para ajudar outras pessoas. Jovens ou idosos, todos podemos fazer a diferença.

Em 2009, o Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho está comemorando 150 anos da Batalha de Solferino. Foi quando um jovem empresário suíço, Henry Dunant, não desviou o olhar e agiu rapidamente mobilizando os civis para ajudar milhares de soldados feridos sem assistência.

A campanha 'Nosso mundo. Sua ação.' celebra a importância do gesto humanitário de Henry Dunant. Em 2009, também destacamos os 90 anos da fundação da Federação Internacional de Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV) e os 60 anos das Convenções de Genebra, que protege os mais vulneráveis em tempos de guerra.

Com uma série de eventos públicos em todo o mundo, o Movimento da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho está destacando os desafios enfrentados pelas pessoas necessitadas em todo o mundo, bem como as ações que podem mudar suas vidas. A campanha revela suas histórias através de fortes depoimentos e imagens.

Este é o nosso mundo e esta é a hora de agirmos.




Sobre a Cruz vermelha e o Crescente vermelho

O Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho é a maior rede humanitária do mundo. O Movimento é neutro e imparcial e dá proteção e assistência às pessoas afetadas pelos desastres e conflitos.

O Movimento é formado por quase 97 milhões de voluntários, apoiadores e equipes em 186 países. Ele tem três principais componentes:

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV)
A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho

Como parceiros, os diferentes membros do Movimento apóiam comunidades para que estas se tornem mais fortes e mais seguras por meio de uma variedade de projetos de desenvolvimento e atividades humanitárias. O Movimento também trabalha em cooperação com governos, doadores e outras organizações de socorro para assistir as pessoas vulneráveis em todo o mundo.

Fonte: http://ourworld-yourmove.org/ (página da campanha)

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Protógenes Queiroz em Jaboticabal: O homem certo no lugar certo

Bisneto de padre, e filho de ex-combatente da primeira guerra mundial, Protógenes Queiroz mostra que a luta por justiça está no seu sangue.

Em uma rápida biografia, podemos lembrar que Protógenes foi delegado da UNE em 1980, deixou de fazer engenharia (contra o gosto de seu pai), para cursar direito. Largou o cargo de desembargador, para se tornar delegado da polícia federal. Nessa função prendeu vários bandidos de colarinho branco dentre eles o contrabandista Law Kim Chong, o ex-governador Maluf, o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta, e recentemente o empresário Naji Nahas, e o Banqueiro Daniel Dantas dono do grupo Opportunity durante uma das mais importantes operações contra corrupção: Satiagraha.


Em quatro anos de operação, a Satiagraha viu vários
delegados da Polícia Federal desistirem das investigações no meio do caminho. A razão das desistências está clara. A operação investigava nada menos que Daniel Dantas, controlador do banco Opportunity.

O delegado Protógenes, pelo seu histórico, não é de deixar trabalho incompleto e é acostumado a debulhar casca grossa. Foi ele quem comandou as investigações e pôs fim à impunidade e às atividades criminosas do ex-deputado e esquartejador Hildebrando Pascoal e seu bando; do contrabandista chinês Law Kin Chong; do ex-governador Paulo Maluf; e do russo Boris Berezovski, desmantelando a organização que ligava a MSI ao Corinthians.

De investigador, Protógenes passou a investigado. A rede globo, a revista veja,e os jornais o Estado de São Paulo e principalmente a Folha de São Paulo, vem atacando Protógenes Queiroz a cada dia com mais e mais acusações até então infundadas . Mas pra quem enfrentou Daniel Dantas e venceu, encarar o PIG* não é nada de mais.

Em evento organizado pela ADUNESP, Protógenes Queiroz vem a Jaboticabal para debater sobre corrupção, um assunto incômodo a várias pessoas de nossa cidade.

Embora tenha sofrido diversos atentados e ameaças, Protógenes não se intimida e nem desiste, e vai em busca de um país mais justo. Deixa claro a todos que é possível fazer a diferença, e que um homem honesto e integro jamais se deixa corromper.

A data e o local do evento ainda não foram confirmadas, mas deverá ocorrer no mês de outubro. Nós teremos a chance de presenciar essa vinda histórica de um dos maiores representantes popular dessa atual geração. Iremos presenciar o homem certo no lugar certo.
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Só faltou nos chamarem de “Massa Falida”

Ontem (23/09) ocorreu a última Audiência Pública para discutir a alteração no plano diretor do Município. Várias pessoas compareceram, de autoridades á moradores do bairro próximo a área que estava em discussão.

A Audiência começou com a leitura de vários pareceres (comissão de discussão, CONDEMA, AREA). Depois um Engenheiro Agrônomo da Prefeitura fez uma apresentação explicando de maneira bem detalhada todos os riscos que poderiam haver com a construção das casas em uma área ZAP (Zona de Alta Permeabilidade), e bem próximo a “Lagoa do Peta”.

Logo após, a palavra foi concedida aos vereadores para se pronunciarem a respeito do assunto. E dando continuidade, o Secretário de Obras da prefeitura Dé Berchielli deu mais uma breve explicação a todos a respeito do projeto, e disse claramente que “é o município que tem que se adaptar ao governo”.

Depois de toda a “discussão” feita sem nenhuma participação popular, e inclusive questionada no final sobre isso, o Vereador Mauro Cenço leu uma carta assinada por José Vitório Galfette, representante da GSP Construtora, comunicando a desistência dos empresários em lotear a área para casas populares do programa “Minha casa Minha vida”, o que fez com que todos os presentes que realmente amam sua cidade e o meio ambiente dessem uma salva de palmas.

Logo após isso, subiu a tribuna o Secretário de Governo Lutti, dizendo que quem saiu perdendo foram as famílias que iriam ser beneficiadas.

Como podem ver, só faltou agora eles chamarem a população assim como eu recentemente ouvi de um Professor e jornalista de nossa cidade, “massa falida”, ou seja, que as pessoas não teriam nem capacidade de entender que ninguém foi contra as casas, mas a favor do meio ambiente, pois temos várias áreas disponíveis para o tal loteamento, cabe a prefeitura agora correr atrás de outros terrenos para que nossa cidade seja beneficiada pelo programa do governo federal.
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Pra não dizer que não falei da água

Neste Blog foi publicado um artigo que foi também foi publicado em mais dois periódicos de nossa cidade: DebateOnline e Jornal Fonte. Era um texto tratando dos gastos da Casa de Leis de nossa cidade com o consumo de água mineral engarrafada, para saciar a sede dos nossos nobres edis. Depois de termos provado por “A mais B” que além da poluição causada pelas embalagens isso resultaria em um gasto desnecessário de 44 mil reais para a casa de leis, várias mudanças ocorreram.

A primeira delas foi a troca da marca de água mineral “prata” pelas marcas “Jaboti” e “Daflora”, que já representariam uma economia de mais de 50% para os cofres da Casa. Outra mudança ocorreu no dia 4 de setembro, quando tive acesso a um ofício que o vereador Murilo encaminhou ao Presidente da Casa Mauro Cenço, sugerindo a utilização de filtros de barro fabricados em nossa cidade, dentro da casa de leis.

Murilo alegou a necessidade de se prestigiar um produto legítimo de nossa cidade, porém não citou o alto gasto e poluição das garrafinhas, e nem mesmo argumentou a substituição dos frigobares pelo filtro, apenas sugeriu também, a utilização deste outro produto.

O presidente da casa, assim como eu, provavelmente não deve ter visto sentido em deixar nos gabinetes dos vereadores além do frigobar, um filtro de barro, e criou então um novo ofício circular (onde anexou junto ao ofício do Murilo) e enviou para todos os vereadores pedindo para que aqueles que tivessem interesse em substituir um pelo outro que se manifestassem por escrito num prazo de 10 dias.

Diante disso, esperei uma semana além do prazo dado pelo presidente da casa de leis, e fui atrás das respostas, e por sugestão do Presidente Mauro Cenço e do vereador Gouvêa, fui até cada vereador para conhecer a resposta de cada um sem ter que solicitar tais documentos a secretária ou a presidência, tornando isso algo transparente, sem burocracia, e com uma maior aproximação entre legislativo e munícipe.

Porém acho que não foi uma boa idéia, pois me notificaram para eu nunca mais fazer isso, uma vez que eu tenho que ser anunciado na portaria antes de me aproximar de algum gabinete, ou seja, se eu anunciei que vou no Gabinete do vereador Emerson, e depois quero ir no do vereador Murilo (que fica logo ao lado) é necessário eu descer com um assessor até a portaria, pedir para que liguem para o assessor do outro vereador que eu quero ir, para ai sim subir novamente. Tudo muito simples, descomplicado, pratico, e nada burocrático.

Comuniquei todos os vereadores até sexta-feira (18/09) do meu interesse em tais documentos para fazer essa matéria, exceto o vereador Wilsinho ao qual não consegui contatá-lo. Como eu precisava apenas de uma cópia do oficio entregue por cada um deles, fui logo na segunda-feira (21/09) buscá-los, e como já era de se esperar não houve colaboração nem transparência de todos.

O primeiro ofício ao qual tive acesso foi do vereador Murilo Gaspardo. O mesmo aceita a substituição (uma vez que “foi ele” quem fez a sugestão), e dessa vez justifica salientando o combate ao descarte de embalagens descartáveis.

Já a resposta do vereador Nereu, relata que para ele é indiferente a existência ou não do frigobar, e também do filtro, já que ele e seus assessores podem utilizar o bebedouro de uso comum dentro da casa de leis.

O vereador Gouvêa que trabalha há muitos anos na cerâmica Stéfani, obviamente concordou com a substituição “proposta” pelo vereador Murilo Gaspardo.

O único que lembrou do que de fato fez com que ocorresse a mudança foi o vereador Emerson. Além de concordar com a substituição, salientou ainda a importância de terem sido questionados através do artigo publicado neste blog e em outros periódicos em relação ao consumo antiecológico e insustentável da água na casa de leis.

Já a posição e ou opinião dos “nobres edis” restantes não saberemos, uma vez que não tivemos acesso aos ofícios de resposta deles. As explicações para a não apresentação dos documentos para compor esta matéria foram diversas e seguem logo abaixo.

Gilberto de Faria - Havia me prometido pessoalmente a cópia dos documentos para segunda-feira, porém quando solicitado, seu assessor pediu para retornar no dia seguinte o que adiaria o fechamento dessa matéria.

Wilsinho - Está viajando e só chegará na próxima segunda-feira (28/09), o que impossibilitou o pedido e a apresentação do ofício. Porém deixo o espaço aqui em aberto para caso o mesmo queira se pronunciar quando chegar de viagem.

João Bassi e Aloísio - Responderam que não iriam fornecer a cópia do oficio, e sugeriram que recorrêssemos a secretaria.

Carmo Jorge Reino - Não nos respondeu ao pedido de solicitação do oficio até o fechamento dessa matéria.

Mauro Cenço - Embora tenha nos dado a sugestão de solicitarmos tais documentos diretamente com cada vereador, não nos concedeu o seu posicionamento.

Diante disso alguns fatos têm devem ser levados em conta. Parece que as coisas estão começando a clarear, ou melhor, começando a ficar um pouquinho mais transparente, pelo menos pra 40% dos nossos representantes, o que só para lembrar não é mais do que a obrigação deles.

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Só para lembrar a todos, hoje às 19hs na Câmara Municipal de Jaboticabal, será realizada mais uma Audiência Pública, para discutir a alteração no Plano diretor do Município, se possível compareçam, esse assunto é de extrema importância a todos nós.

Não vamos deixar que os empresários e a prefeitura acabem com a nossa natureza para se beneficiarem, chega de mais mentira, vamos lutar por moradias mas em lugares adequados.

Essa luta também é nossa!


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